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Galeria Imóveis agradece a todos que participaram da promoção “A Galeria deixa sua vida mais doce”.
Esperamos que a sua Páscoa tenha sido não só cheia de chocolates mas também de muito amor e carinho.
Parabéns aos ganhadores:
Facebook Ivonildo Rosa Pobenga;
Silvio Ferrari;
Evelin Cornelsen Avellar
Estefani Laurindo;
Maria Do Carmo Reinert;
Vanessa Aviz;
Jackson Hutte;
Joice Oliveira;
Monica Cristina de Souza.
Twitter Jheniffer Wenceslau.
Aguardem e fiquem conectados… Logo, logo a Galeria virá com outras promoções pelo Facebook e Twitter
Morar em apartamento não significa não ter espaço para criar uma horta, principalmente, para quem gosta de cozinhar, utilizando temperos frescos e sem agrotóxicos. Estes espaços úteis dentro de casa, também proporcionam uma decoração alternativa e um aroma agradável.
Não é difícil montar uma horta, basta escolher um lugar adequado, preferencialmente em local bastante ensolarado. As hortaliças precisam receber, no mínimo, cinco horas de luz solar por dia. Por isso, o ideal é instalar a horta na varanda ou junto à janela. Outra preocupação é quanto ao vento. Com exceção de tomilho, tomilho-limão, lavanda, capim-limão e alecrim, a maioria dos temperos é pouco tolerante às ventanias.More
Produtos cada vez mais caros, despesas diárias cada vez mais intensas e a renda cada vez mais apertada. Esta é a realidade das famílias que ganham até R$ 2 mil por mês. Mas isso não impede que a compra da casa própria se torne realidade.
Entre os motivos, a fase promissora do crédito imobiliário, motivada pelo aumento no poder de compra, pelas sólidas garantias asseguradas aos bancos e pelas melhores condições de financiamentos imobiliários.More
O corpo humano é formado por quase 70% de água. Todo o funcionamento do organismo como as reações químicas, a respiração, a circulação, os rins, a desintoxicação, a digestão, os sistemas de defesa, o poder de concentração e a pele dependem de água. Quando falta ou existe pouca água no corpo, o organismo fica prejudicado.
É neste momento que aparecem problemas como cansaço, indisposição, pele e cabelos secos, dores de cabeça, problemas digestivos, inflamações, cistites, formação de cálculos (pedras), alterações da pressão arterial, da circulação, do sistema hormonal, irritabilidade e insônia.
Por tudo isso, todo o líquido perdido precisa ser reposto. Especialistas recomendam beber de dois a quatro litros de água por dia, o equivalente a oito e 16 copos por dia. A quantidade de água ingerida deve levar em conta o estilo de vida, o metabolismo, a estrutura corpórea, o tipo de atividade física praticada e até o clima.
O ideal é criar o hábito de estar sempre próximo de um copo de água. Se o bebedouro da empresa onde você trabalha fica distante da sua mesa mantenha uma garrafa térmica por perto. Se você tem o seu próprio negócio instale bebedouros em todos os setores da empresa. Estimule o seu funcionário a beber bastante água por dia. Este investimento vai significar um aumento da produtividade e na disposição da sua equipe.
Escolher a cortina perfeita não é das tarefas mais fáceis. O tecido errado ou um comprimento inadequado podem comprometer toda a decoração do ambiente, além de interferir na luminosidade e na temperatura.
Confira estas dicas extraídas do portal casa.com.br e acerte na escolha da cortina!
1. Numa parede com várias janelas, deve-se usar apenas uma cortina? Ou cada janela deve ter a sua? As duas situações são possíveis na opinião dos profissionais. “Se o espaçamento entre as janelas for menor que 1 m, aconselho uma cortina única”, diz Ester Schop, do ateliê Tutti Belli. Para Luciene Franccioli, da Spazio Franccioli, 40 cm de espaço entre as aberturas já justificam peças individuais. O designer de interiores Roberto Negrete prefere várias cortinas, mas não descarta a outra opção: “Quem faz essa escolha deve estar consciente de que poderá ver manchas de sombra na peça durante o dia”. 2. Que modelo de cortina é adequado para janelas duplas ou portas balcão, que abrem para fora e para dentro? “O ideal é deixar 50 cm de varão a mais em cada lado. Assim consegue-se acomodar o tecido quando as portas estão abertas”, sugere Karin Killingsworth, da Arte Markante. “Rolôs, persianas e cortinas romanas são as opções para quem não dispõe de espaço nas laterais”, diz Lucia Dorsa, da Uniflex. O problema é que essas cortinas quase somem quando fechadas. A designer Marilda também costuma usar brises (cortinas fixadas diretamente nas folhas de vidro). 3. Ambientes visualmente integrados, como sala de jantar e estar, devem ter cortinas iguais? Nessa questão, os especialistas concordam que as peças precisam se repetir, senão causarão estranhamento. Mas a regra tem flexibilidade: quem não quiser cortinas idênticas opta por diferenças sutis. “Uma possibilidade é usar o mesmo tecido em modelos diferentes. Por exemplo, um com pregas e outro sem”, propõe Karin. Luciene sugere um tecido liso e outro xadrez, com cores iguais, “mas quem estiver inseguro não deve arriscar”. 4. Quando usar forro? Qual sua função? Quais os tecidos mais indicados? O forro protege a cortina nos locais onde bate muito sol. “Os raios solares desgastam os tecidos. O forro garante a durabilidade e a beleza dos materiais mais sensíveis”, afirma Aline Cremonini, que assina o projeto abaixo – o forro é de xantungue misto, e a cortina, de organza de seda com bordados de algodão. Além disso, evita que as cortinas sujem rapidamente em lugares com muita poeira ou poluição. O tergal verão, o gabardine e o brim são os tecidos mais usados para essa função, porém há quem use blecautes e até persianas. Materiais sintéticos, como o voal, podem dispensar forros, mas a resistência diminui. 5. Cortinas longas devem arrastar no chão? Quantos centímetros devem sobrar? Essa é uma decisão pessoal. “Tecido sobrando suja, pode ser pisado e acaba rasgando. Além disso, toma espaço”, adverte Luciene Franccioli. A maioria opta por usar cortinas que tocam levemente o piso – “Beijando o chão”, como diz Roberto Negrete. “Quem quer um ambiente mais clássico, e até mesmo mais chique, deve deixar que o tecido arraste. São suficientes 2 cm a mais na altura”, ensina Karin. Segundo Ester, é possível ter até 5 cm de tecido sobrando. 6 . Em que situações é possível usar cortina curta, que não vai até o chão? Na opinião unânime dos especialistas, cortina curta só em casos excepcionais “Quando há um móvel ou uma bancada embaixo, por exemplo. Isso acontece muito frequentemente nos quartos de bebê, em que os trocadores ficam logo abaixo da janela”, explica Ester. Mas, se esse não for o caso, as cortinas devem ser longas sempre. “É muito mais elegante”, diz a decoradora Renata de Angelis. Roberto Negrete também defende que a peça saia do teto: “É uma maneira de forçar a vista para cima, criando a sensação de pé-direito alto”. 7. Quando usar a cortina do tipo romana, que abre para cima, ou a persiana? Se houver cadeiras ou mesas próximas da janela, esses modelos são os mais adequados, pois se limitam a fechar a abertura do vão. “Nesses casos, gosto muito de usar a cortina romana: o peso dela evita que fique voando em cima dos móveis, como os modelos tradicionais”, afirma Marilda Brandão. No projeto da arquiteta Cinthia Liberatori (abaixo), fitas costuradas à cortina romana de linho (execução da Arte Markante) permitem amarrar a peça em diversas alturas, deixando à mostra um belo jardim. Os pingentes pendurados conferem um charme extra.
O volume dos financiamentos para aquisição e construção de imóveis cresceu 42% em 2011, na comparação com o ano anterior.
De acordo com a Abecip, o valor dos empréstimos ficou em R$ 79,9 bilhões, R$ 23,7 bilhões a mais do que em 2010, novo recorde histórico do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).
Vale ressaltar que o saldo do SBPE cresceu mais de R$ 30 bilhões em 2011, passando de R$ 299,9 bilhões em dezembro de 2010 para R$ 330,6 bilhões em dezembro de 2011.
Unidades: o levantamento da Abecip revela ainda que, em 2011, foram financiadas 493 mil unidades, com crescimento de 17% em relação a 2010.
Considerando apenas o último mês de 2011, foram financiados 49,6 mil imóveis, resultado 14% maior que em dezembro de 2010. O montante constitui um novo recorde mensal.
Fonte: Informativo Rede Morar/ 27 de janeiro de 2012.
Verão: sol, mar, piscina, festas e férias dos filhos. Neste período a rotina da família muda e é necessário redobrar os cuidados com as crianças, que querem se divertir e aproveitar a folga da escola. Para evitar contratempos, como intoxicação alimentar, afogamentos e queimaduras, confira as dicas preparadas pela Revista Crescer:
Exposição solar: A criança deve evitar o sol entre 10h e 16h, e sempre usar protetor, que precisa ser passado meia hora antes da exposição solar. Repita o procedimento a cada duas horas. E não esqueça: dias nublados também merecem proteção. Chapéus e bonés devem fazer parte do kit.
Picadas de insetos: São muito comuns no verão. Atenção aos cuidados com as crianças, principalmente por volta das 16h. Bons recursos para evitá-los na sua casa são repelentes elétricos e aqueles específicos para passar na pele da criança. Só verifique antes com o pediatra se o seu filho pode usar.
Hidratação: Não espere seu filho pedir líquidos. Ofereça regularmente sucos, chás, água de coco. “Quando a criança pede água, em geral, é sinal de que algo não está bem”, diz Jorge Huberman, neonatologista e pediatra do Hospital Albert Einstein (SP). A diarreia também merece atenção, porque pode desidratar rapidamente a criança: para evitá-la, lave as mãos depois de usar o banheiro e antes de preparar alimentos. Frutas, legumes e verduras devem ser lavados com água filtrada. Atenção ainda com a roupa que elas usam: o ideal são as de algodão. Escolha peças mais leves.
Os sinais clássicos de desidratação são lábios e língua secos, falta de elasticidade da pele e diminuição da urina. Se a criança apresentar esses sintomas já comece a hidratação em casa, antes mesmo de chegar ao pediatra. A velha receita do soro caseiro (1 copo de água para 1 colher (sopa) de açúcar e 1 colher (sobremesa de sal) é fácil de fazer em qualquer lugar.
Alimentação: Com o calor, as comidas estragam rapidamente, por isso não compre alimentos prontos para o seu filho fora de casa ou na praia. Você não sabe como e quando eles foram preparados e conservados. As crianças devem evitar frituras, gorduras e consumir mais legumes, grelhados e frutas, em especial aquelas hidratantes, como melancia, melão, pêra, maçã. Vômito, diarreia e apatia são características de intoxicação alimentar.
Acidentes: Com o calor, a criançada fica mais tempo na água do mar ou da piscina. E os pais devem redobrar a atenção. Nunca deixe a criança sozinha perto de piscinas ou do mar e não se esqueça das bóias. Outros acidentes mais comuns no verão são com bicicleta e patins. O kit com capacete, joelheira e cotoveleira deve sempre fazer parte da brincadeira.
Ouvido: Se quiser tampar o ouvido do seu filho para não entrar água da piscina ou do mar, coloque um chumaço de algodão embebido em óleo (pode ser até o de cozinha mesmo) ou use tampões. Mas, caso a criança reclame de que tem água no ouvido, pingue de 2 a 3 gotas de álcool a 70% (o mesmo usado para limpar o umbigo do recém-nascido), que tem efeito secativo. Se reclamar de dor, é hora de ir ao médico.
Olhos: A areia da praia, o sal do mar e o cloro da piscina podem irritar o olho da criança. Inchaço, vermelhidão e secreção sugerem uma conjuntivite, que mesmo não comum nesta época do ano, pode aparecer. O melhor é lavar os olhos com água fervida e fria e procurar um especialista.